sábado, 30 de julho de 2011

Circuito Compartilhado: potencializando a rede de artes visuais no interior do Ceará

II Seminário


Circuito Compartilhado: potencializando a rede de artes visuais no interior do Ceará

Criada em Agosto de 2010, na cidade de Sobral, a Rede Circuito Compartilhado resulta da vontade coletiva de artistas, educadores e outros agentes culturais de Fortaleza e das regiões Norte e Sul cearense em organizar e desenvolver uma rede social que ponha em diálogo as produções das várias regiões do estado, que realize atividades de formação artística, discussão temática e ações propositivas a fim de potencializar o trabalho dos diversos artistas visuais atuantes no Ceará.

O II Seminário terá foco nas ações de arte urbana, integrando a Programação do Agosto das Artes do Centro Cultural Banco do Nordeste – Cariri, através da realização de oficinas, mesa redonda, exposição e intervenção urbana na cidade de Juazeiro do Norte.

Programação

1º Dia – Quarta-feira, 17 de Agosto


Tarde – 14h às 17h

Oficina / Ação

Arte Urbana/Stick – Coletivo Monstra  -  7 anda (auditório) 180 minutos

2º Dia – Quinta-feira, 18 de Agosto
Manhã – 9h às 12h

Oficinas de Formação

Portifólio de Artista: elaboração e apresentação – Diego de Santos

Arte Urbana e Ação Educativa – Aterlane Martins e Marcos Passos

Tarde – 14 às 17h

Oficina / Ação

Tape Arte – Grupo Haja a Vista (Sobral) - 7 anda (auditório). 180min
Anderson Morais, Wescley Braga Fabio Solon

17h30 às 18h30

Encontro da Rede Circuito Compartilhado – Articulação, discussão, avaliação e planejamento da Rede (2010 – 2011). - 7 anda (auditório)

3º Dia – Sexta-feira, 19 de Agosto

Manhã – 09h às 13h

Ação de intervenção urbana em Juazeiro
Noite – 18h às 19h30

Mesa Redonda
Coletivo Circuito Compartilhado: percurso, continuidade e potencialização das ações Integrantes do Coletivo Circuito Compartilhado (Fortaleza – Cariri – Sobral) - 7 anda (auditório)


Grupo Haja a vista: experiência do coletivo de artista no fortalecimento das artes visuais no Norte do Ceará – Anderson Morais, Wescley Braga, Fábio Sólon e Wagner Morais.











A programação completa do  V BNB da Arte
http://pt.calameo.com/read/000567184885b7402e132

telefone de contatos (88)99413027

quarta-feira, 20 de julho de 2011

.O Centro Cultural BNB – Fortaleza realiza convocatorio para leitura de portifolios

Encontro Sul-Americano: Inventando o Lugar


Em formato de mesas-redondas, workshops e intervenções,o Encontro Sul-americano reunirá agentes formadores e articuladores de cenas artísticas em países da América do Sul, com o intuito de apresentar e discutir o panorama das artes visuais na contemporaneidade.


A leitura de portfólio contemplará três encontros com curadores do Peru, Equador e Argentina, visando uma interação mais direta entre curadores e artistas de Fortaleza. Acontecerão por grupos de 5 artistas por dia, sendo, no total, quinze artistas selecionados previamente a partir do envio de seus portfólios via email.
Os encontros com os curadores serão abertos ao público com o objetivo de estimular a maior polifonia de leituras e desdobramentos das obras apresentadas.
Os interessados, enviar portfólio digital para: encontro.inventando.lugar@gmail.com até dia 05 de agosto. Entraremos em contato por email com os artistas selecionados no dia 08 de agosto.


Curadores:

Esteban Alvarez (Buenos Aires, Argentina)
Maria Fernanda Cartagena (Quito, Equador)
Rodrigo Quijano (Lima, Peru)

Data e horários:
10, qua, 14h às 17h
11, qui, 10h às 12h
12, sex, 14h às 17h
Local: Auditório do Centro Cultural BNB- Fortaleza

LETICIA PARENTE, SITE OFICIAL

Letícia Parente (1930-1991), precursora da videoarte no Brasil, ganha site oficial http://www.leticiaparente.net/ 








BIOGRAFIA DA ARTISA

Letícia Parente nasceu em Salvador, em 1930, e faleceu no Rio de Janeiro, em 1991. Doutora em química, professora titular da Universidade Federal do Ceará e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, foi uma das pioneiras da videoarte brasileira, tendo participado, entre 1975 e 1991, das mais importantes mostras de videoarte no Brasil e no exterior. Seu vídeo Marca Registrada (1975) tornou-se um emblema da videoarte no país. Entre 1970 e 1991, realizou pinturas, gravuras, objetos, fotografias, audiovisuais, arte postal e xerox, vídeos e instalações, nos quais predominam a dimensão experimental e conceitual. Em 1973, fez sua primeira exposição individual, com pinturas e gravuras, no Museu de Arte Contemporânea de Fortaleza. Em 1976, realizou a primeira exposição de arte e ciência no Brasil com a instalação Medidas, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Em 1981, participou da 16ª Bienal Internacional de São Paulo com um trabalho de arte postal e vídeo. Publicou vários livros, entre eles, um livro de filosofia da ciência, Bachelard e a Química (1990).

Funarte investe mais de R$ 100 milhões em projetos culturais

O presidente da Fundação Nacional de Artes, Antonio Grassi, anunciou nesta segunda-feira (18), os programas de fomento às artes em 2011. Serão investidos mais de R$ 100 milhões em projetos nas áreas de teatro, dança, circo, música, artes visuais e de integração entre as artes. O encontro foi na Sala Sidney Miller, no Rio de Janeiro, e contou com a presença da secretária de Cidadania Cultural, Marta Porto; do representante regional do Ministério da Cultura, André Diniz; da bailarina e coreógrafa Angel Vianna; dos atores Paulo Betti e Cristina Pereira, além de profissionais da área da cultura.


Com orçamento quase 50% maior que o do ano passado, será lançado até o fim de agosto o Prêmio Myriam Muniz, uma das principais ações de estímulo à produção teatral no país. O investimento no programa, que em 2010 foi de R$ 7 milhões, passou este ano para R$ 10 milhões. Além disso, estão programadas a retomada do projeto Mambembão, de estímulo à circulação de espetáculos; a reabertura do Teatro Dulcina, no dia 2 de agosto; e a estreia sulamericana do espetáculo “Uma flauta mágica”, de Peter Brook, em setembro (que faz parte da programação especial do Teatro Dulcina).

Também serão lançadas as novas edições do Prêmio Klauss Vianna de Dança e do Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo, cada um com investimento de R$ 4,5 milhões; e, ainda, do Programa Rede Nacional de Artes Visuais, que contará com R$ 1,9 milhão. Em outubro, será realizada a 19ª Bienal de Música Contemporânea Brasileira, considerada a mais importante mostra de música erudita do país.

Com o objetivo de descentralizar a política de fomento, o programa Microprojetos Mais Cultura Rio São Francisco, concederá prêmios de R$ 15 mil para que pequenos produtores possam viabilizar seus projetos. O investimento total do programa é de R$ 16,2 milhões.

Outra novidade é a digitalização do acervo Walter Pinto, um dos maiores empresários do Teatro de Revista, e que será também transformado em livro. A ação faz parte do projeto Brasil Memória das Artes, que conta com patrocínio da Petrobras no valor de R$ 1 milhão. Com a digitalização de seu acervo, a Funarte preserva e torna acessível ao público, através da internet, a memória cultural brasileira.

No fim de agosto, deverão ser divulgados os resultados dos Prêmios ProCultura, com investimentos de R$ 48 milhões nas áreas de teatro, dança, circo, artes visuais e música. E, ainda no mês de julho, começa o processo de seleção de projetos para a ocupação de dezenove espaços culturais da Funarte. Além disso, estão mantidos o apoio à literatura, à fotografia, à criação em música erudita e à circulação de música popular, além das oficinas de capacitação técnica e artística em diferentes segmentos.

Durante o evento, o presidente da Funarte fez questão de apresentar ao público a Triga de Ouro, prêmio máximo da Quadrienal de Praga, o maior evento de cenografia do mundo. O troféu foi conquistado pela participação brasileira no evento. “Mais do que um prêmio para a Funarte, é um prêmio ao talento e ao trabalho do artista brasileiro”, definiu Grassi. Sobre as ações da Funarte, ele disse que são vários os desafios, mas cabe à instituição, em trabalho integrado com o Ministério da Cultura e outras secretarias, avançar nas conquistas.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Coletivos de artistas em Fortaleza

Os coletivos Acidum e Curta-Circuito (na imagem, Naiana Cabral, David da Paz e Liduína) são alguns dos mais produtivos
FOTOS: KID JÚNIOR/ JULIANA VASQUEZ

Hoje, circulam em Fortaleza diversos coletivos artísticos. A maioria deles tem, entre os pontos em comum, o grafite como forma de expressão para seus trabalhos

Com a atuação pioneira do Grupo Aranha, na década de 1980, foi aberto um vasto campo de possibilidades artísticas, que viria a influenciar, a partir dos anos 2000, diversos coletivos de arte da cidade. Um dos mais conhecidos é o Grupo Acidum, criado em 2006.

Composto pelos artistas visuais Rafael Limaverde, Leobdss, Henrique Viudez e Robézio Marqs. O Acidum trabalha dentro de jogos referenciais, seres absurdos, propagandas tresloucadas, lendas urbanas, aspectos do imaginário local, sincretismos religiosos, fundamentados em um processo ritual de criação e produção.

“Um trabalho que explora, experimenta e se processa a partir do caos das paisagens e relações urbanas, choques e trânsitos culturais diversos. Em tentativas de subverter a suposta beleza midiática apropriando-se de estratégias da arte de rua como grafite, cartazes, stickers, além de jogar com uma re-codificação a poluição visual e informativa gerada dos resultados dessas relações. Em estruturas acessíveis ou inabitadas, o Acidum baseia fundamentalmente seu fazer artístico, subvertendo as noções de espaço reconhecidos como áreas estéreis”, conforme informações do grupo em sua página no Facebook.

Curto-Circuito

O coletivo surgiu em 2004, através de ações idealizadas por David da Paz, Naiana Cabral, Airton Lima e a participação de outros artistas convidados para alguns trabalhos específicos. 

De acordo com David da Paz, o grupo realiza intervenções urbanas através de situações performáticas no Centro da cidade. “Na arte contemporânea a cidade é cada vez mais objeto de intervenções de artistas. Mais do que estar nas ruas levando a obra para um público amplo, o pensamento que funda este projeto surge da interpretação da arquitetura e da organização espacial, buscando desvelar e renovar os sentidos dos lugares. A intervenção artística funciona como um elemento questionador e vitalizador da vida urbana”, explica.

Outros grupos

Coletivos não faltam pela cidade, a exemplo de Traços Aleatórios (TA), formado por Erik George, Glau Holanda, Lucia Teles e Marildo Montenegro. Jovens artistas remanescentes do curso de Artes Plásticas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Os processos de construção artística deste coletivo são permeados por reflexões acerca dos movimentos do nosso cotidiano, sobre o qual busca lançar um novo olhar. 

O Selo Coletivo, um dos grupos mais recentes, também intervém com sua poética pelas ruas de Fortaleza. O grupo conta com as presenças das artistas: Bruna Beserra, Ceci Shiki, JuLiana Chagas e Tereza dequinta. Outro exemplo bem popular, é o Coletivo Monstra. Weaver Lima, Franklin Stein, Everton Silva, Mychel T.C., Jabson Rodrigues, Ise Araújo e Lui movimentam as atividades do grupo.

O Monstra tem o objetivo de incentivar a produção de artistas ligados a meios alternativos e ofertar arte ao alcance de todos, tanto no campo conceitual quanto econômico. O coletivo existe há cerca de três anos realizando várias atividades culturais na cidade.

É formado por artistas que fundem arte urbana e cultura pop com influências da cultura regional nordestina em sintonia com a atual produção de arte urbana, enquadrando-se no movimento artístico internacional denominado “Lowbrow art”, o qual é caracterizado por artistas que trabalham com referências “underground”, como: Comix, Tatuagens, Filmes B, Arte Naïf, Design, entre outros. (ACS)


FIQUE POR DENTRO

Intervenção urbana
A ideia de intervenção é empregada, no campo das artes,com múltiplos sentidos. Ela pode ser considerada uma vertente da arte urbana, ambiental ou pública, direcionada a interferir sobre uma dada situação para promover alguma transformação ou reação, no plano físico, intelectual ou sensorial. Trabalhos de intervenção podem ocorrerem áreas externas ou no interior de determinados espaços. Essa prática é um dos meios explorados por artistas interessados em se aproximar da vida cotidiana, se inserir no tecido social, abrir novas frentes de atuação e visibilidade para os trabalhos de arte fora dos espaços consagradosde atuação, torná-la mais acessível ao público.
* Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Rafael Vilarouca - Entre a moda e a fotografia

Rafael Vilarouca e produtor fotografo e estudante de direito,  residente no Crato regiao do cariri, Rafael e integrante do grupo café com gelo, segue a intrevista feito pelo artista visual Alexande Lucas do coletivo camaradas.

Alexandre Lucas - Quem é Rafael Vilarouca?


Rafael Vilarouca - Fotógrafo, produtor e estudante de direito.

Alexandre Lucas - Quando teve inicio seu trabalho artístico?

Rafael Vilarouca - Minha atividade profissional se iniciou há cerca de dois anos quando ganhei minha câmera. Daí tinha umas idéias em mente, já com influência em trabalhos de fotografia de moda, mas dando a isso um caráter lúdico, meio fantasioso. Reuni uma galera que acreditava na proposta e comecei meu trabalho profissional.

Alexandre Lucas - Quais as influências do seu trabalho?

Rafael Vilarouca - Minhas maiores inspirações vêm de retratos antigos... me influência o trabalho de fotógrafos da região como Telma Saraiva, ícone de uma proposta estética bem particular e autoral, como também as fotografias de Haruo Ohara e Bruno Veiga, ou mesmo as pinturas de Dégas, dentre muitos outros que vez ou outra me inspiram um ensaio. Atualmente, sempre me inspira a fotografia do Bob Wolfenson e do Jacques Dequeker e os trabalhos surreais do David Lachapelle.

Alexandre Lucas - Fale da sua trajetória.

Rafael Vilarouca - Minha primeira exposição foi em 2009 e se chamou A vida em Gramame, eram fotografias minhas e de Yasmine Moraes.

Posterior a isso iniciei um projeto de estudo e registro fotográfico nos terreiros de candomblé e umbanda da região do Cariri junto com o pesquisador Ridalvo Felix. Esse trabalho, o Bombojira, foi exposto durante a XII Mostra SESC Cariri de Cultura, através de uma exposição de rua itinerante, em 2010.

Esse ano já fiz exposição no SESC- Juazeiro, chamada Jardins de Vaidade e trata-se de um misto de imagens de personagens fantasiosos femininos, tendo como base a fotografia de moda, e poesias que unem-se as imagens, de autoria de Hermínia Raquel Saraiva.

Alexandre Lucas – Como você caracteriza seu trabalho fotográfico?

Rafael Vilarouca - Quando estou fotografando e quando monto exposições gosto que os expectadores se sintam bem com minha arte. É a idéia de apreciação que me instiga a estar sempre produzindo, trabalho quase como um pintor na busca dos elementos certos de figurinos, modelos e cenários nas minhas fotos.

Alexandre Lucas – Como você vê a relação entre o olhar fotográfico e a técnica?

Rafael Vilarouca - Acredito sempre que o olhar fotográfico é o primordial para se aventurar como fotógrafo. Com o tempo, a técnica bem elaborada aparece como necessidade de aprimoramento e amadurecimento. Eu, particularmente, prefiro sempre zelar pela luz perfeita e pelo enquadramento certo em meus trabalhos.

Alexandre Lucas - O que é e como surgiu a idéia do Coletivo Café com Gelo?

Rafael Vilarouca - O Coletivo Café com Gelo surgiu da idéia minha e de uma amiga, a fotógrafa Yasmine Moraes, de se montar um site de divulgação de nosso trabalho fotográfico e poético, usando nossa própria imagem como fundo para divulgação. Atualmente o site reúne também fotografias de Allan Bastos, o trabalho do maquiador Malan Amaro e dos estilistas Dukke e Salvide Rocha presentes como parceiros na construção de meus ensaios, além de inúmeros colaboradores que estão sempre por perto e creditados no site.

Acreditamos que é através das parcerias em Coletivo que se faz um trabalho mais primoroso e bem acabado, com cada pessoa especialista em algo fazendo uma parte no projeto em busca de um produto final.

Alexandre Lucas - Como você vê a relação entre arte e política?

Rafael Vilarouca -A arte que possui engajamento político quando bem concebida ou bem escrita ela pode surtir grandes efeitos de conscientização de massa. Acredito que é o poder do coletivismo que faz a diferença quando o assunto é a união entre política e arte.

Alexandre Lucas – Quais os seus próximos trabalhos?Rafael Vilarouca - Atualmente, estou finalizando um projeto de exposição chamado Veias Urbanas que trata da intervenção masculina dos espaços na região do Cariri. Tenho produzido também um outro projeto, o Carnavália, com modelos femininos, cuja idéia é fotografar alegorias carnavalescas com o uso de elementos cênicos nas fotos. E, além disso, tenho feito também o Era uma Vez..., projeto meu e de Dukke, estilista e modelo, que trata-se de uma releitura de contos de fada e outras histórias em fotografia de moda.


Confira os trabalhos de Rafael Vilarouca no blog: http://www.coletivocafecomgelo.com/
 Rafael Vilarouca mantem um perfil no facebook




















quarta-feira, 13 de julho de 2011

Primeiro Salão Xumucuís de Arte Digital

A arte digital, gerada por novas plataformas computacionais, já tem presença marcante em todos os grandes salões de arte e exposições no mundo inteiro desde os anos 1980, adquirindo novas perspectivas na última década com revolução digital que tomou conta da contemporaneidade.




No Brasil há 10 anos já existem eventos artísticos específicos de arte e tecnologia, porém no Pará ainda existia esta lacuna. O site Xumucuís, especializado em artes visuais, patrimônio artístico/histórico e museus, elaborou e aprovou o projeto para realizar o Primeiro Salão Xumucuís de Arte Digital, exposição exclusiva para arte digital e convergências entre arte e tecnologia.



Um projeto inovador aprovado em edital nacional da Oi Futuro pra colocar o Pará no mapa da arte e tecnologia. Artistas paraenses como Val Sampaio, Vitor Lima, Melissa Barbery, Luciana Magno, entre outros, conquistaram espaço com trabalhos que extrapolam as fronteiras plásticas gerando obras de arte híbridas que conquistaram espaço definitivo no meio artístico com conceito, forma e inovação.



A comissão de seleção e premiação do Primeiro Salão Xumucuís de Arte Digital será composta pelo doutor e curador Orlando Maneschy, da mestre em artes e fotógrafa Flavya Mutran, dos artistas visuais Alberto Bitar e Roberta Carvalho, e pelos curador do salão e pesquisador Ramiro Quaresma. Serão selecionados 30 trabalhos de artistas nacionais e locais com premiação para os 05 trabalhos mais bem avaliados pela comissão.



As inscrições serão feitas pelo site xumucuis.com.br e estão abertas entre os dias 15 de junho e 25 de julho para trabalhos nas diversas áreas da arte digital como vídeo-arte, vídeo-instalação, vídeo-objeto, gravura digital, performance, web-arte e todas as poéticas visuais em plataforma digital. Os resultados serão divulgados no dia 27 de julho e abertura do Salão será no dia 18 de Agosto na Sala Valdir Sarubbi do Museu Casa das Onze Janelas.



Uma realização do site Xumucuís, com produção da Espiral Multimeios, patrocínio da Oi, Secretaria de Cultura do Pará, Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves e Governo do Pará via Lei Semear, tecnologia da SOL Informática e apoio cultural da Oi Futuro. O Salão é uma iniciativa do curador independente Ramiro Quaresma e da produtora Deyse Marinho.



inscrições de 15 de Junho a 25 de Julho, em xumucuis.com.br / xumucuis.wordpress.com
abertura dia 18 de Agosto às 20h.

visitação de 19 de Agosto a 18 de Setembro no Museu Casa das Onze Janelas

informações 82392476 / xumucuis@gmail.com